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Youths Ahead! - Collectif de Jeunes Talents
Youths Ahead! - Collectif de Jeunes Talents "Jeunesse en Mouvement"
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Dans moins de 50 ans..
Sobre esse evento: Journée Mondiale du Service des Jeunes 2008
Relacionado ao país: Camarões

Translations disponível em: Francês (original) | Espanhol | Italiano | Alemão | Português | Inglês | Swedish | Russo | Holandês | Árabe

Em menos de 50 anos.
Automatically translated into Portuguese thanks to WorldLingo
A qual pode assemelhar-se uma vida em 2050, num mundo que tem jugulado os seus gases à efeito de estufa todos os domínios?

Algumas pistas… Viverá-se sem dúvida em alojamentos muito diferentes e mais lúdicos: com várias peles, dos cascos sucessivos que alterarão completamente a ventilação e relègueront provavelmente o aquecimento ao museu. As nossas construções tornar-se-ão fontes d? energia, serão trufas de painéis solares. As janelas ficarão inteligentes, serão transparentes o dia e luminosos a noite. Os cupões velhas iluminações à interruptores não existirão mais, o ambiente será gerido automaticamente e com menos de despesas energéticas.
Em 50 anos o automóvel tal qu? conhece-o-se aujourd? hoje terá desaparecido. Os transportes serão muito mais eficazes e muito moduláveis. Na cidade deslocar-se-á conjuntamente em pequenos veículos e eléctricos. Para ir d? uma cidade à l? outro, descansar-se-á-se em TGV bem mais rápida qu? aujourd? hoje. Serão alimentados por aerodínamos dispostas ao longo das vias (o que não obstruirá ninguém…). Em contrapartida será necessário uma cruz provavelmente fazer sobre as viagens muito remotas em avião, porque os aviões terão um custo proibitivo à época s? continuam a depender do petróleo.

Qu'est-ce-qu' comerá-se em 50 anos?
Bons produtos locais e estação certamente! A carne provoca muito d? emissões de gases à efeito de estufa devido a l? energia que a sua produção necessita. Será necessário por conseguinte fazer evoluir o gosto das nossas crianças e os réhabituer a um regime mais variado (além disso é melhor para a saúde).

Este mundo será diferente o nosso, mas não será necessariamente mais agradável a viver - bem pelo contrário! Permanece à l? inventar e instaurá-lo bastante rapidamente. Porque se a humanidade não jugula os seus gases à efeito de estufa, o mundo de 2050 será claramente que entusiasma menos: clima déréglé, tempestades, canicules, retiradas económicas, refugiados climáticos, guerras para a água e o petróleo, miséria extrema, destruições da biodiversidade…

May 11, 2008 | 12:40 PM Comentários  0 comentários

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Echeance 2050.
Sobre esse evento: Journée Mondiale du Service des Jeunes 2008
Relacionado ao país: Camarões

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Prazo 2050.
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A qual pode assemelhar-se uma vida em 2050, num mundo que tem jugulado os seus gases à efeito de estufa todos os domínios?

Algumas pistas… Viverá-se sem dúvida em alojamentos muito diferentes e mais lúdicos: com várias peles, dos cascos sucessivos que alterarão completamente a ventilação e relègueront provavelmente o aquecimento ao museu. As nossas construções tornar-se-ão fontes d? energia, serão trufas de painéis solares. As janelas ficarão inteligentes, serão transparentes o dia e luminosos a noite. Os cupões velhas iluminações à interruptores não existirão mais, o ambiente será gerido automaticamente e com menos de despesas energéticas.
Em 50 anos o automóvel tal qu? conhece-o-se aujourd? hoje terá desaparecido. Os transportes serão muito mais eficazes e muito moduláveis. Na cidade deslocar-se-á conjuntamente em pequenos veículos e eléctricos. Para ir d? uma cidade à l? outro, descansar-se-á-se em TGV bem mais rápida qu? aujourd? hoje. Serão alimentados por aerodínamos dispostas ao longo das vias (o que não obstruirá ninguém…). Em contrapartida será necessário uma cruz provavelmente fazer sobre as viagens muito remotas em avião, porque os aviões terão um custo proibitivo à época s? continuam a depender do petróleo.

Qu'est-ce-qu' comerá-se em 50 anos?
Bons produtos locais e estação certamente! A carne provoca muito d? emissões de gases à efeito de estufa devido a l? energia que a sua produção necessita. Será necessário por conseguinte fazer evoluir o gosto das nossas crianças e os réhabituer a um regime mais variado (além disso é melhor para a saúde).

Este mundo será diferente o nosso, mas não será necessariamente mais agradável a viver - bem pelo contrário! Permanece à l? inventar e instaurá-lo bastante rapidamente. Porque se a humanidade não jugula os seus gases à efeito de estufa, o mundo de 2050 será claramente que entusiasma menos: clima déréglé, tempestades, canicules, retiradas económicas, refugiados climáticos, guerras para a água e o petróleo, miséria extrema, destruições da biodiversidade…

May 11, 2008 | 12:38 PM Comentários  0 comentários

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Le temps des cerises.
Sobre esse evento: 4th World Youth Congress - Quebec City 2008
Relacionado ao país: Camarões

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O tempo das cerejas.
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Descendo a inclinação que efectuava para o Bulu Blind Center, tínhamos o engraçada de sensação de mergulhar num mundo à parte, um universo jusqu? aqui praticamente inexistente. Combinamos para algo d? incógnita, medindo a gravidade da nossa diligência mas determinada cruzar este cabo que tivéssemo-nos fixado apenas algumas semanas frente. Recordo-me ainda da alegria que tivéssemos procurado a estes órfãos pela nossa acção este dia ao Blind Center, de orgulho que queimava nnós, a satisfação do dever realizado. Mim n? esquecerá nunca as notas brincadas por este adolescente quase comum, Ray Charles em potência, verdadeiro virtuose d? uma música domada, e de esta que nos preenchia d? gaieté profundo. O que dizer dos seus pequenos camaradas que oferecia-nos sua mais sinceros sorrisos então qu? não podiam perceber l? imensa felicidade que tínhamos ele a tornar felizes, nosdando-lhes - ligeiramente. Deixando o Blind Center, acabávamos de desenhar por gestos simples e modestos as perspectivas d? um futuro responsável. Acabávamos de pintar sobre a vaporosidade do mundo e sobre a sua implacável fatalidade, uma via clara e diferente onde cada um teria a sua possibilidade, o seu lugar em detrimento de qualquer discriminação. C? é este dia, mim crê único j? soube que a juventude é uma força tranquila. C? é um poder subestimado e desprezado de todos, sobretudo denós-mesmos os jovens que refusont d? assumir as potencialidades inimagináveis adormecidas basicamente denós. No entanto a juventude voluntária, criativa e determinada é um mar desencadeado que recorda aos líderes das nossas sociedades doentes único l? é-se mais qu? uma solução de substituição, é-se l? futuro. Continuo a ser sempre attristé de ver as energias dispersadas os buveries e outros vícios, l? atenção desviada para inúteis preocupações, deeste degrau à contra-sensos de l? evolução, a juventude perdida nas brumas matérialisme onde l? individualismo parece suscitar d? efémeras paixões e s? erigir único ideal. Aujourd? hoje, ser jovem é quase uma tragédia. A d? uma cólera que brame em ventres affamés e diplomados perdendo-se em vacarme das agitações políticas. Aujourd? hoje, ser jovem é quase uma comédia. A d? uma existência que se procura num mundo replié sobre ele mesmo e sobre os seus privilégios. C? é também esperar o cesto que não virá como Godot d? Eugène Ionesco, uma espera longa ou mesmo eterna. A juventude deve-se d? ir ao encontro d? própria, c? est-à-dire ter de l? ambição e dar-se os meios d? tal ambição. Deve levar l? inovação e l? iniciativa, extrair basicamente das suas forças vivas l? espírito criativo que fará liberar as imaginações, d? incentivar todos os talentos todas as em diversidades, isto sob a bandeira republicano e fraternal. A única coisa que deve importar à juventude c? é a mudança, a possibilidade de escolhas por conseguinte d? alternativa. O direito de sonhar e poder realizar por l? esforço este sonho. L? impressão é dada único l? ascensor social está avaria, mas basicamente ele n? a nunca existido. A maior parte nosso aînés tem tomou escaliers para chegar onde são. Escalaram penosa e corajosamente os degraus um por um para poder provar ao reconhecimento do qual sempre desejaram. Vamos, por l? éclosion artístico, cultural, tecnológico, económico e científico, tornar funcional este mythique ascensor social. E vamos qualquer tomá-lo, um dia ou l? outro, porque nós l? terá merecido.
A juventude tem permanecido demasiado muito tempo em l? sombra, em trevas espessos onde se terra l? hydre dos nossos mais sociais como o desemprego e l? insegurança, o tribalisme e a discriminação, l? injustiça e l? impunidade, l? individualismo e l? egoísmo. Uma nova página da nossa história, a de l? humanidade, deve ser escrita da mão impetuosa d? uma juventude de pé. O tempo de l? inércia e de l? temporização irresponsável é terminada, eis vindo o progresso anda, eis vindo a juventude em movimento.


Ludewic Mac Kwin de Davy Makasso

May 11, 2008 | 12:30 PM Comentários  0 comentários

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La Marche.
Sobre esse evento: 4th World Youth Congress - Quebec City 2008
Relacionado ao país: Camarões

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O Degrau.
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? Pode-se mais sempre que que l? crê-se poder?.

Joseph Kessel.

Qu? é qu? ser jovem?

A resposta à esta pergunta m? empurrou à m? interrogar não somente sobre o sentido da palavra “jovem” mas todos os sobre este todo, este conjunto ao qual j? pertença e que é conhecido sobre nominativo “a juventude”. Esta “juventude” demasiado frequentemente associada “à embriaguez”.
L? embriaguez d? um tempo único l? crê-se infinito, elástico e eterno. L? embriaguez d? um mundo que nos oferece aos marcadores mais rígidos e ao mesmo tempo mais leves. L? embriaguez das emoções novas e inocentes d? uma idade onde l? crê-se que todos os excessos são possíveis, d? um período da vida em que l? indiferença é de aposta.
Compreender a juventude c? é começar uma reflexão que não efectuará l? espírito curioso onde quereria ir. Porque também estranha que parecer aquilo possa a juventude n? é uma etapa transitória simplesmente na vida de l? homem, c? leste l? final rodeio no percurso de l? espírito. Cruzando esta turbilhão sentimentalisme, l? homem forjar-se-á o carácter que será seu o resto da sua existência, das lições retidas durante esta passagem ele far-se-á soberano ou escravo d? um mundo que procurará possui-lo. A juventude é por conseguinte um momento delicado na formação de l? homem, um destes momentos onde o delírio s? erija em carícia perdition.
Nunca sou-me sentida também jovem qu? aujourd? hoje, tão miniscule e insignificante qu? à esta hora. J? iniciou o meu degrau mas o percurso parece-me tão longo e tão arriscado que j? tem l? impressão que mim n? lá não chegará. L? deseja toma-me frequentemente de de juntar-se às filas d? uma juventude mergulhada nas brumas dos álcoois e outros prazeres da minha idade. As coisas seriam mais fáceis, as responsabilidades menos pesadas. Mas quando olho em redor demim, a miséria e a pobreza estão lado a lado l? insegurança e o desespero. L? imundície torna-se o luxo deque tem muito perdido e que n? têm nada. Quando ponho os meus olhos sobre este sofrimento ambiental e opressivo, dos milhares dos meus irmãos e s? a URSS que se morrem num canto do mundo e incluindo os gritos está coberta vacarme dos discursos políticos, digo-me qualquer parte inferior que mim n? não tem o direito de fazer que parece, d? ignorar que em algum lugar, noutro lugar ou perto demim, há almas à l? agonia.
O meu compromisso na luta contra os desastres sociais, de l? injustiça humana e do sofrimento do inocentes, nasceu desta vontade de fazer face às minhas responsabilidades enquanto j? tem ainda de l? energia. J? tenha nmim as armas da mudança: uma juventude vigorosa, uma determinação à qualquer prova, uma criatividade rico e uma visão clara deo que é justo para este mundo. Este compromisso, mim l? tem adquirido bastante cedo, nas primeiras horas de l? adolescência senti-me parentes desta categoria de pessoas que se dirige penosamente em l? obscuridade de l? obesidade do mundo. Dos meus camaradas que tinham o mal à s? sair falta de n? ter absorvido nada do dia à amigos que pareciam encontrados o tempo longo com um ventre também oco as promessas dos nossos líderes. J? compreendeu que estarei realmente feliz nesta sociedade apenas se j? ajuda os meu semelhantes retroussant as mangas e mergulhando as minhas mãos em cambouis.
J? tenha as mãos sujas. Mergulhei-o no sangue do inocentes a fim de parar l? hemorragia social. Estão cobertas merde d? um mundo culpado de todas as irresponsabilidades.
C? é quando l? decide-se d? agir para l? melhoria do diário dos marginalizados e para a mudança d? um sistema arcaico, único l? dá-se-se conta qual ponto refazer-se todo deve. Sente-se-se impotente em frente este Everest de responsabilidades, d? acções a empreenderem de modo que os d? aujourd? hoje possam viver decentemente, e que os que virão amanhã tenham a coragem de continuar os trabalhos herculéens único l? terá começado-se. Mais difícil c? é começar, tomar consciência das realidades único l? creu-se evitado e que nós retornam tais boomerangs em cheia figura. Mais corajosa, c? é continuar quando soltá-lo todos quererão tomada, desilusionados defrontar-se com tanto conservantismo, d? interesses egoístas e de laxismo. É importante continuar coûte-que-coûte neste combate dantesque qu? é o d? um sorriso sobre todos os lábios, porque l? homem vale-o efectivamente.

Qu? leste? que ser jovem?

A pergunta honesta e precisa é subtraída por os que são mais interessada. Recusando responder à esta interrogação essencial dos tempos, os jovens tentam fujir l? gasolina da sua existência, a d? ser portador de mudança. Anteriormente, cria qu? ele n? não havia grande mundo na luta contra sangrentos e sociais non-sens. Enganava-me. Há tanto pessoas, empréstimos a juntar-se ao movimento da juventude activa mas que n? esperam que líderes, guias que vão empurrar-o à s? comprometer, a realizar-se e encarnar a mudança. Pessoas capazes d? abnegação e dotados d? uma visão específica de amanhã. No meu degrau j? encontrou. Cada dia, centena de jovens tomam a estrada, o caminho para o progresso, silenciosamente d? abordagem, mais fortemente seguidamente, inegavelmente avançant para um futuro qu? decidiram d? impôr.
Sobre esta estrada, vejo de l? esperança nos c? URSS, uma fé terrível em dias seguintes melhores. Milhares de jovens emprestaram à mesma via sob a bandeira arco-íris da fraternidade, flutuante sob o vento d? uma aurora notícia. Milhares de talentos já têm partido para a Divina Providência, deixando sobre o caminho do progresso, das balizas que nos indicam as dificuldades para superar, para que pudéssemos avançar para l? um único sentido da nossa vida: a mudança.

Ludewic Mac Kwin De Davy Makasso


May 11, 2008 | 9:06 AM Comentários  0 comentários

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Ce que je crois..
Sobre esse evento: Journée Mondiale du Service des Jeunes 2008
Relacionado ao país: Camarões

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Que creio.
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Nomeio-me Ludewic? de 22 anos, prossigo? em direito no Camarões. Sou paixão? e litt? ture e de Po? e. Entra? iture e? acad? ques, j ’ tenta encontrar o tempo n? ssaire para? e útil? a communaut? Ele alguns tempos, j ’ tiveram a possibilidade de fundar com amigos o colectivo de Jovens Talentos “Youths Ahead!” ou “Juventude em Movimento”. C ’ é um colectivo que r? no seu seio todos os jovens que querem tomar sua responsabilit? em s ’ que compromete para o progr? social? nomique e cultural. J ’ tem l ’ hábito de dizer que c ’ é o traço d ’ união entre ambição e acção, com efeito c ’ é mais único? C ’ é uma família em que pode-se reencontrar todos os diversit? culturais, étnico e sociais, um enriquecimento formidável. J ’ tem realmente uma possibilidade incroyable d ’ fazer parte.

O meu compromisso, o meu voluntarismo, vem d ’ um colo? terrível, à que se faz sentir nos nossos sombrios guetos, e que s ’ afixa nos olhares leve? e vazios dos postos? ux. Tr? t? j ’ aprenderam? uvrir os olhos sobre os r? ? do soci? camaronês rong? pelo cancro de l ’ injustiça social, do cliente? SME, do tribalisme e todos os mais que o resto infelizmente afectam do mundo. Para mim o sentido da vida r? meu capacit? ? e útil? levar cada dia e? out tempos a minha contribuição? a construção d ’ uma notícia soci?. Creio único o meu r? nesta existência se impr? sible e tão incerta, c ’ é consagrar qualquer meu? rgie? utter contra “non-sens” sociais e? nomiques que fazem tanto de vítimas todos os dias. Para mim c ’ é aquilo viver o fotorreceptor? nt, alimento o seu tempo. C ’ é olhar sem complacência os challenges nosso actualit? t de pensar um dia seguinte menos culpado.

Agir, tal tem? meu credo desde l ’ idade de 11 anos. Trazer aos grupos de jovens a minha participação, pode? e insignificante mas o quanto importante para mim, e tentar de b? r indo para os outros, um soci? camaronês mais exactamente. J ’ percorreram numerosas associações como ele? mim oc? s, accumul? e l ’ exp? este e? blit das relações que m ’ permitiram de concr? ser dos projectos que pensava impossível?? iser. Há poucas coisas que rivalizam com a felicidade d ’ uma criança? ui volta a dar-se o sorriso? n amigo ou? n R.F.? ? ui tem esticado-se a mão quando ele sentia-se-se excluído e marginalis? São estas pequenas vitórias que alimentam a minha motivação e fazem-me crer que o fatalismo social é uma desculpa para justificar l ’ imobilismo e o laxismo. Como a maior parte dos voluntários, j ’ tem envi de alterar o mundo, pôr termo? a pauvret? às guerras, os pand? é e? a sofrimento devido? ’ inteligência humana m? ao risco verter em l ’ utopie e l ’ idem? isme. Haver. J ’ tem necessidade. D ’ manter l ’ esperança, de trabalhar sem rel? e para chegar? ette fino, e de provar aos incr? que l ’ pode-se se apenas l ’ quê-lo-se.

Não se altera o mundo por um golpe de vara mágico, ele n não há fórmulas sp? ALE para arr? r l ’? ulement de litros d ’ h? globine nestas zonas de combate o? vre é longa e dolorosa a agonia. Para levar a paz, é n? ssaire realmente querer-o e dar-se os meios l ’ para apropriar-se. D? rmination et abn? tion, humanit? t libert? voil? é pilares d ’ um soci? responsável que n ’ espera mais? e cúmplice de g? cides e d ’ holocaustos. Ele n não há receitas milagres para pôr termo ao racismo? a ódio étnico e? a discriminação religiosa. C ’ está unicamente por l ’ esforço, o volont? e compreender outro e de l ’ aceitar seu diff? nce que l ’ vai-se poder transformar o m? ance em confiança. Fazendo rimar aceitação e r? nciliation. J ’ tem sempre desejo? onner? é R.F.? s e s œ URSS, famosos desconhecidos e sombrios l? ndes, o sentimento que não nos podemos continuar? vancer ignorando-nos ou tocando-se com luvas em couro. É necessário quebrar os barri? s linguístico, cultural e social, terminar com o fotorreceptor? g? e s ’ abrir. Porque s ’ abrir c ’ é construir. L ’ homem do XXIe se? e será o do pluralit? melhor o pluridimensionnalit? u simplesmente do diversit? J ’ tem commenc? m ’ avançar para um objectivo quase inacessível, um degrau diário o? aque não é uma vida. Uma corrida contre-la-montre que faz de cada segundo gagn? uma vitória sobre l ’ inaceitável.

Em Cr? t o colectivo “Youths Ahead! ”, quisemos traçar uma nova via que combina l ’ ambição? ’ acção. Inculcar aos jovens o sentido dos responsabilit? uma nova visão do mundo enracin? no r? exion e não exclusivamente na paixão. Sou orgulhoso d ’ pertencer? a communaut? aking o global e global ao youth acção network, sinto-me mais único e melhor compreendidos por estas pessoas que como procura este qu ’ há de melhor para este mundo. J ’ irá tão adiante qu ’ ele é-o necessário para instaurar um soci? mais? litaire. Faço d? nitivement partido “da Juventude em Movimento”.

Time is Vida.

Ludewic Mac Kwin.


April 22, 2008 | 7:55 AM Comentários  1 comentários



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